Este tópico é muito individual uma vez que depende das habilidades mecânicas de cada um.
Lembramos que encontrar mecânicos e outros motociclistas que entendem de motocicletas é relativamente fácil. O difícil é ter peças.
Panes eletroeletrônicas que dependam do software específico da moto são de solução praticamente impossível. Baterias de gel que “dão pau” sem aviso e sempre no pior lugar possível, acabam sendo uma questão de sorte.
Assim raciocinando, nós que nos consideramos pouco hábeis com mecânica e elétrica*, costumamos levar:
- O kit básico de ferramentas recomendado para a moto (ver com os mecânicos das concessionárias) que permitam, no mínimo, desmontar as rodas.
- O kit de reparo para pneus sem câmara.
- Um compressor de ar elétrico e uma bomba de ar manual.
- Um jogo de pastilhas do freio traseiro.
- Um litro do óleo que estiver sendo usado.
- Um pedaço de arame, silver tape, fita isolante, abraçadeiras plásticas de vários tamanhos, isqueiro, extensores elásticos, cintas de aperto, e um canivete multifuncional com alicate.
(*) normalmente não levamos lâmpadas de reserva por serem frágeis e também porque não costumamos rodar fora do asfalto (sem trepidação ou pedradas). Nunca tivemos esse tipo de problema.
Ações preventivas:
Para tentar minimizar possíveis problemas na viagem, por ocasião da revisão pré-viagem e independente da quilometragem da moto, procuramos cuidar do seguinte:
- Trocar o óleo do motor e os filtros de óleo e ar se necessário.
- Colocar os dois pneus novos.
- Colocar pastilhas dos freios dianteiro e traseiro novas.
- Fazer uma inspeção visual e dar um reaperto geral em tudo o que é possível.
- Examinar o óleo da transmissão para verificar a presença de mini fragmentos metálicos. Se aparecerem, abrir a caixa de mudanças e/ou o diferencial e examinar as engrenagens e rolamentos.
- Fazer a revisão elétrica e eletrônica padrão.