9º dia: domingo, 29 de fevereiro de 2004, em Pucón-CL
Logo cedo fizemos uma caminhada por Pucón, charmosa cidade, às margens do lago Villarica, com vista para o vulcão Villarica (hoje envolto em névoa).
Está localizada na região dos lagos andinos e é cercada por montanhas nevadas, florestas, parque nacionais, rios, praias vulcânicas, lagos de águas azul profundo, cachoeiras e atividade vulcânica.
Fizemos um passeio de barco no tranqüilo lago Villarica até o encontro com o rio Trancura, nada tranqüilo, onde se pode praticar o rafting, com vários níveis de dificuldades.
O lago Villarica é a fronteira natural entre Pucón, no lado leste e Villarica, no lado oeste.
À tarde alugamos um carro e fomos conhecer a base do vulcão Villlarica, de 2.840 metros de altitude e um dos mais ativos da América do Sul, distante 15 km de Pucón, sendo o vulcão símbolo da cidade com o mesmo nome.
O tempo ficou nublado, com vento forte e muito frio. Fizemos uma caminhada curta e não chegamos ao cume, onde é possível observar a imensa cratera com lava em ebulição, e, segundo o motorista, virar para o outro lado e se deparar com a visão de mais seis vulcões e mais seis lagos, entre eles, o Villarica. De acordo com especialistas, muitos vulcões chilenos estão em estado semilatente e acreditam que, se um deles entrar em erupção, provocará uma reação em cadeia, ativando os demais.
Lá conhecemos um americano de Nova York, com uma Suzuki 1100, ano 1994, que disse ter vindo rodando.
À noite jantar na cidade e passeio para comprar lembrancinhas, sim porque de moto, só podemos sonhar com presentes de tamanhos maiores que miniaturas e ímãs.
Música: Air – Snarkadaktal